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Artigos - Planejamento da força de trabalho,Todos

Ajudando as pessoas a encontrarem significado em seus trabalhos

Posted on 20 de junho de 202221 de junho de 2023 by Ana Cecília

O psicólogo Martin Seligman sugere que ter significado em nossas vidas é um dos três caminhos para a felicidade. Ele descreve uma vida significativa como “usar os pontos fortes de sua assinatura a serviço de algo maior do que você”. A razão de existir também foi muito falada pelo psicólogo Viktor Frankl, à medida em que foi percebendo a importância de ter um propósito para lidar e sobreviver diante das adversidades dos campos de concentração.

Encontro hoje muitas pessoas desconectadas com seu significado de vida, por diversos motivos. E muitas precisam de ajuda para (re)encontra-lo. Sendo assim, uma pergunta que me faço sempre é: este olhar e esta busca pelo propósito devem ser algo pessoal ou as organizações podem ajudar seus profissionais a encontrarem significado em seus trabalhos, mesmo que atualmente não o vejam?

O professor de Administração da Wharton Adam Grant diria que sim: as organizações podem ajudar. Ao longo de muitos anos pesquisando o que motiva os profissionais em vários ambientes, ele descobriu que as pessoas com uma compreensão de como seu trabalho diário tem um impacto positivo sobre as outras são mais felizes e produtivas do que aquelas sem essa compreensão. Ele também descobriu que ajudar os funcionários a construir esse entendimento não precisa ser demorado ou difícil.

Comece com o “Por quê?”

Ser capaz de responder “por quê?” em uma série de situações e em vários níveis, é a chave para ajudar as pessoas a encontrar um significado no trabalho.

No nível mais alto, está a declaração do objetivo corporativo, que deve responder a pergunta fundamental: por que esta empresa existe? Literalmente, qual é o propósito da organização? Por que seus fundadores a criaram? Uma boa declaração de propósito deve ser significativa para aqueles que a ouvem ou leem, sendo alicerçada em emoção e humanidade, ou seja, a algo muito maior do que apenas números, ranking e satisfação dos acionistas.

Embora nem todos tenhamos a chance de influenciar a declaração do objetivo da empresa, existem muitos outros “porquês” a serem considerados na vida profissional cotidiana. Por que meu trabalho existe? Por que preciso trabalhar nesses objetivos para o próximo ano? Por que uma mudança difícil é necessária? Por que a organização escolheu uma nova prioridade? Por que preciso concluir esta tarefa aparentemente rotineira e demorada?

Reestruturando nossas respostas

Frequentemente, as razões dadas em resposta a esses ‘porquês’ estão relacionadas à necessidade de satisfazer os acionistas, responder a um mercado em mudança ou vencer a concorrência. Pode parecer bastante óbvio dizer que esse tipo de resposta não ajuda as pessoas a encontrarem significado no trabalho, pois a linguagem de negócios costuma ser racional, factual e corporativa. Falar de ‘valor’, ‘estratégias’, ‘mercados’ e ‘eficiências’ é lugar-comum. No entanto, se queremos ajudar as pessoas a encontrarem um significado em seu trabalho, precisamos nos conectar com o coração das pessoas, não com suas cabeças.

Tornando prático

Se você quiser ajudar as pessoas em sua organização a encontrar mais significado em seu trabalho, aqui estão algumas coisas que você pode fazer.

  1. Explique como o trabalho individual das pessoas se conecta a algo maior. Lembre-se da definição de Seligman de ‘usar seus pontos fortes a serviço de algo maior do que você’.
  2. Sempre explique e discuta o ‘porquê’ – quer esteja falando sobre uma mudança, alguns novos objetivos ou uma tarefa a ser concluída, explique por que isso é importante.
  3. Encontre sua própria conexão. Pense em por que você mesmo considera uma tarefa / prioridade / mudança / seu próprio papel significativo. Você será mais capaz de inspirar outras pessoas se se sentir inspirado.
  4. Coloque-se no lugar das pessoas com quem você está prestes a se comunicar e faça as perguntas “o que isso significa?” e “por que eu deveria me importar?”
  5. Sempre que puder, torne-o humano. Mostre como o trabalho de alguém terá um impacto positivo sobre outra pessoa. Melhor ainda, permita que eles próprios vejam ou ouçam essa pessoa. Uma história pessoal de como um ser humano (ou animal, ou lugar) será ajudado é geralmente mais poderosa do que fatos e estatísticas.
  6. Inicie conversas para ajudar as pessoas a se reconectar com o que as motiva. Em conversas individuais ou reuniões de equipe, pergunte às pessoas o que mais se orgulharam no mês passado ou o que mais as inspira em seu trabalho. É sempre fácil se concentrar no que não está funcionando ou precisa ser consertado. Comemore o que está funcionando – e lembre-se de se conectar com o impacto que isso causou em outra pessoa.
  7. Observe as palavras puramente racionais. Se você está falando sobre estratégia, reestruturação, eficiência ou mercados, é provável que você não inspire sentido.
  8. Não finja. Se realmente não houver nada genuinamente significativo para as pessoas em uma mudança ou tarefa em particular, não tente fantasiar. Os profissionais perceberão isso.

Acredito que todos nós devemos buscar nossos sentidos e propósitos em nossas vidas. Faz parte sermos donos de nosso próprio destino e jornada. Ninguém pode fazê-la por nós, apenas nós mesmos. Porém, acredito também que as organizações deveriam ser um espaço sócio evolutivo (além do lucro, das estratégias e da visão de mercado). Se são nas organizações que os adultos hoje se dedicam a maior parte de suas horas por dia (de forma online ou presencial), devemos pensar em equilibrar a razão com a evolução humana, ajudando-os a refletir sobre seus trabalhos, entregas, significado e importância. Ser inteiro gera jornadas positivas a todos os envolvidos e em todos os eixos corporativos (financeiros, resultados, engajamento, produtividade, desenvolvimento e aprendizagem).

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Ana Cecília

Mestre em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas – FGV, com especialização em Human Rigths pela London School of Economics (Londres) e Spirit in Business (Índia) é formada em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG. Certificada pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, atua há mais de 20 anos nas áreas de gestão de pessoas e de mudanças, desenvolvimento e transformação organizacional, mentoria para executivos e formação de lideranças, mapeamento sucessório e perenidade corporativa. Sócia da WePeople, é responsável pela direção técnica dos projetos e pela representação da empresa no Grupo de Membros do CIPD – principal órgão europeu e um dos mais renomados do mundo quando o assunto é Desenvolvimento Organizacional e Gestão de Pessoas. Desde 2016, é professora da FIA/USP para assuntos de análise de potencial e mapeamento sucessório organizacional.

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